sábado, 16 de janeiro de 2010

E as caras continuam

 
 
 
 

As minhas muitas caras...
Troquei o óculos pra alegria do meu filho mais novo, Túlio, que de tes ta o tal.
O cabelo também está bem mais claro.
Depois coloco outras.
Beijooo!
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fausto e Leila

 
 

Almoço agradável com o Fausto e Leila. Ficamos juntos por três horas e há tanto pra se falar que sempre achamos pouco.
A Leila é risonha, já nasceu feliz. E sempre acorda rindo. Valorizo pessoas que sabem acordar assim. Não que eu acorde mal humorada, de jeito nenhum. Adoro abrir os olhos e perceber que estou vivinha da silva, mas daí a acordar que nem a Leila, vai uma grande distância.

O Fausto é aquele "irmaozão" bom da gente ter. Desde sempre temos uma afinidade gostosa e não me lembro de termos brigado algum dia. Trabalhamos juntos na oficina de nosso pai desde pequenos, lutamos pra ganhar dinheiro nas feiras de Beagá, Sete Lagoas, e ele sempre de bem com a vida, animado, característica sua até hoje. Eu, confesso, morria de vontade de ficar um pouco mais na cama aos domingos, mas o trabalho e as contas a pagar nos esperavam e lá íamos nós.

Vim pra Goiás em 1977, apaixonei-me pelo Estado, pelas pessoas, e acabei ficando. Apesar de amar as Minas Gerais escolhi aqui para viver, casar, ter meus filhos. Não podia imaginar que 15 anos depois teria o Fausto por perto. Isso me deu uma alegria danada! Senti-me amparada, protegida. Só quem é mulher, sem ninguém dos seus por perto, pra entender o que eu estou falando.

E hoje foi ótimo!
E olha que nem juntamos pra tocar violão ou piano, foi só bater papo.
Nem reclamo dele ter levado minha amiga Leila embora quando eu os apresentei. Quando a gente gosta de verdade fica feliz com a felicidade do outro. E foi assim que me senti. E sinto. Gosto de vê-los bem e cuidando um do outro.

Essa outra moça na foto é Érika, minha nora, casada com o Thiago.

Até a próxima, Tinim e Leila.
Amocês muitão!
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Poesia

 
Vou falar sobre o meu chororô quando era criança. Eu chorava por qualquer coisa: primeira menina depois de dois filhos homens já era um bom motivo, claro. Acabei ficando manhosa. Provocava os meninos e quando percebia que iriam me bater já abria o maior berreiro e minha mãe, coitada, já gritava de longe pra me defender. Mas eu era também muito sensível. Chorava no cinema, não podia ver revólver em filme e nem violência de espécie alguma. Mas o que pegava mesmo eram as poesias. Até coloquei aqui. Esta danada desta poesia era a responsável pelas minhas muitas lágrimas. Eu achava (e ainda a acho) tão linda que chorava um monte. E meus irmãos e primos abusavam da minha sensibilidade e ficavam recitando só pra me provocar...

Está aí pra quem quiser conhecer ou reler.


A FLOR E A FONTE

"Deixa-me, fonte!" Dizia
A flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria,
Cantava, levando a flor.

"Deixa-me, deixa-me, fonte!"
Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte...
"Não me leves para o mar".

E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.

"Ai, balanços do meu galho,
"Balanços do berço meu;
"Ai, claras gotas de orvalho
"Caídas do azul do céu!...

Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror,
E a fonte, sonora e fria
Rolava levando a flor.

"Adeus, sombra das ramadas,
"Cantigas do rouxinol;
"Ai, festa das madrugadas,
"Doçuras do pôr do sol;

"Carícia das brisas leves
"Que abrem rasgões de luar...
"Fonte, fonte, não me leves,
"Não me leves para o mar!..."

As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor...

(Vicente de Carvalho)
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Tia Paula

 

Saudade, tia...
Tempos bons aqueles em que eu chegava na casa da vovó Antônia e era recebida com beijos e sorrisos seus... Eu te achava sempre tão feliz, tão de bem com a vida. E, quando criança, você me deixava brincar com as suas "jóias", seus colares coloridos, brincos, pulseiras. Sim, eu sei, eram bijuterias, mas pra mim brilhavam que nem ouro, tia. Quanta saudade! E a época em que trabalhava naquela loja bonita, cheia de perfumes.Sloper?? Não sei o nome... Eu entrava lá com minha mãe quando ia "à cidade" e tudo me encantava.
Mas, o que mais encantou-me foi você mesma... do jeitinho que sempre foi... carinhosa, sempre defendendo os sobrinhos das broncas muitas vezes injustas de nossos pais. Quase te chamo de tia preferida. Só não o faço para não entristecer tantas outras que eu também gosto tanto.
Minha querida... Sei que agora está alegrando o povo lá de cima.
Que Deus te abençoe sempre.
Beijos!
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Na rocinha

Olha a foto que encontrei por aqui!
Anos 60...
Meu primo José Ricardo, minha avó materna Antônia e minha mãe.
Morávamos nesse lugar de muito mato, terra, raros carros, muita brincadeira com os primos. Tempos bons.
Eram 3 casas, vizinhas de cerca. Meninada! Brincávamos muito. Nesta casa que aparece moravam meios tios Bernardino e Maria, e os primos Angela, Beatriz, Cecilia e Nelson. Na casa do meio moravam tia Dulce, tio Silas, e os também meus primos Cristina, Zé Ricardo (o da foto), Viviane e Leandro. Na casa de baixo meus pais, eu e meus irmãos Fausto, César, Soraya e Rosana.
Isso me faz lembrar algumas coisas... O bolo de fubá que a tia Dulce fazia todo sábado. E eu ia no cheiro.. risos... E ela, claro, me dava um pedação. Nham.. nham... bom demais.
Tio Bernardino, sem camisa, pedindo pras filhas coçarem as costas dele. E eu querendo coçar também, mas ficava com vergonha. E não fazia.
Tia Maria gritando lá pras 5 da tarde: "Angela, Beatriz, Cecilia e Nelson... TOMAR BANHOOOOOO. E isso atrapalhava as nossas brincadeiras, mas ela estava certa. Se deixassem nós ficaríamos na rua até de noite.
E outras lembranças chegam... Umas boas, outras nem tanto, mas valeram.
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Flores

Delicio-me com as cores das flores do meu cantinho.
Alegra-me o contato com a natureza, a presença dos meus bichos, o cheiro do mato, o silêncio, a paz desse lugar...
E elevo o pensamento ao Criador e agradeço.
Sempre!


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domingo, 3 de janeiro de 2010

Reveillon

Foi ótimo.
Tranquilo.
Com pessoas queridas.
Deitei-me pouco depois da meia-noite.
Dormi bem.
Feliz e em paz.
Tudo igual ao ano passado.
Bom demais.



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