quarta-feira, 31 de março de 2010

Girassóis

 
 
 

E hoje meus girassóis enfeitaram minha casa e alegraram meu coração.
Lindos!
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Presentes

 

Presentes que Thiago e Érika trouxeram da viagem pra mim.
Adorei.
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domingo, 28 de março de 2010

Saudade

 
 
Eu quis ir a Beagá pra matar as saudades de minha mãe, irmãos, primos, primas, tios e tias. Da cidade mesmo não sinto saudades, mas das pessoas.
Não deu. Não dessa vez.
Iríamos de carro e quando eu me lembrava da distância e do quanto fico cansada, desisti.
Voltei ao plano anterior, ir de avião.
Não quero deixar esta vontade passar.
Quero muito abraçar minha mãe.
Estou com saudades.

Esta foto dela é bem antiga... eu ainda não havia saído de BH.

E a minha é da semana passada.

Beijos!
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domingo, 21 de março de 2010

Filhos chegaram!

 
 
 
 
Vida de mochileiro não é brincadeira.
Mas viajar, conhecer novos lugares e pessoas é tudo de bom.
Há que ter coragem, saúde e disposição e isso não falta aos meus "meninos". (Mãe é uma coisa... Os filhos sempre serão os seus meninos).

Túlio passeou pelo Chile, Peru, Bolívia e Argentina. Passadinha rápida no Paraguai pra comprar coisinhas eletrônicas. Adoreiiii abraçá-lo de novo, encher seu rosto de beijos. Ah, que saudade! Bom demais vê-lo indo, melhor ainda ter as crias em casa.

Sim, Thiago e Érika também chegaram e só não estão aqui no blog porque ainda não descarregaram as fotos. Logo postarei as carinhas felizes deles também. Vou ficar uns dias ainda beijando as bochechas do Thiago até matar toda a saudade.

Hoje foi dia de almoço em família aqui em casa e ganhei presentes dos três. Fiz arroz, feijão preto, costela de vaca recheada e assada, legumes na manteiga e salada de alface. Eles estavam morrendo de vontade de comer comidinha brasileira e nada melhor que arroz com feijão, tudo simples, "comida de mãe".

Amém, Jesus!
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sábado, 20 de março de 2010

Meus tios e tias

 
Olha só que foto bacana que a Vilma me mandou do aniversário do tio Mozart... 20 de junho de 2006.
Que pena minha mãe não ter ido... Lamentei o fato com ela ontem quando nos falamos ao telefone.

Tia Dulce, tia Paula, tia Nilza e tia Anita com certeza passaram por lá. Ah, e tia Nadir também! E tia Elisa, Evandro e tantos outros que sintam-se ligados a pessoas tão especiais como os meus tios.

O amor é o sentimento mais belo que existe e mesmo os que já foram sentem-se atraídos por ele.

Sou feliz em acreditar nisso.

Beijos a todos!

Muitas saudades!
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quinta-feira, 18 de março de 2010

Tio Zé...

 
Tio Zé.

Sinônimo de alegria e sorriso no rosto sempre que me via.
Quantas saudades!

Tive a felicidade de morar pertinho dele quando foi para a rocinha com tia Célia, Marina e Dóris.

Foram tempos maravilhosos pra mim. Apoio, carinho, aconchego, mesa sempre posta com café e as delícias que a “Téte” fazia.

E as nossas conversas? Quatro mulheres falando ao mesmo tempo e ele por ali, arriscando um comentário ou outro que não era doido, né gente! Acho que nem dávamos tempo pra ele falar.

Uma boa lembrança que tenho também é vê-lo chegando na época do Natal com uma lata de biscoitos Duchen. Uma lata grande e quadrada. E tinha tanto biscoito bom lá dentro. Hum... Criança não esquece essas coisas. Mas o mais bacana era ir lá naquela vila feia, sair do bairro bom, enfrentar ônibus, poeira ou barro e levar guloseimas pra nós. E levava carinho, abraço, beijo, música e sorriso, muitos!

Ganhei dele um presente. Um dia chegou em nossa casa com seu acordeon e eu toquei pra ele. Na mesma hora ele me deu o instrumento e falou que ele nunca iria saber tocar direito, eu é que sabia. Coisas do tio Zé. E fiquei de boca aberta, era muito menina e não queria aceitar, mas não teve jeito.

Na rocinha, quando moraram lá, estreitamos os laços. Eu já gostava muito da Dóris porque morei um tempo com a vovó Antônia e o vô Juca, e ela de vez em quando aparecia voltando do Colégio Batista. Foi no ano que nossa avó morreu e pudemos conviver um pouco. Mas os laços se fortaleceram mesmo quando fomos vizinhos. Pude conhecer bem a tia Célia, Marina e Dóris. O tio Zé já era meu velho conhecido e eu sempre gostei muito, muito dele.

Emprestou-me sua máquina de escrever para que eu pudesse treinar pro concurso do Banco do Brasil e essa foi outra ajuda super importante.

São muitas lembranças boas que tenho...

No final da sua vida não fui vê-lo porque as noticias que chegavam era que estava magro por não querer comer, com depressão, e eu preferi guardar sua imagem sorridente, ágil no andar e muito brincalhão.

Meu amado tio Zé, sempre peço ao Pai que lhe envolva com muito amor e muita luz. Só guardo no meu coração belas recordações daqueles nossos tempos tão bem aproveitados. O senhor foi a melhor referência masculina que tive na minha adolescência.

Obrigada por tudo!
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quarta-feira, 17 de março de 2010

Flores

 
 
 
 


Acordar e dar de cara com essas flores é o maior presente que eu posso ganhar para começar o dia.
Amém...
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